Antonio Joaquim consolida protagonismo histórico na educação de MT e recebe reconhecimento de ativista dos direitos humanos
João Batista (Joãozinho) afirma que conselheiro é “patrimônio moral da educação pública mato-grossense”
Cuiabá – A educação pública de Mato Grosso vive um ciclo de fortalecimento institucional e avanço estrutural que já é considerado histórico por lideranças sociais e educacionais do estado. Entre 2024 e 2026, decisões estratégicas, articulações interinstitucionais e defesa firme do financiamento educacional consolidaram uma nova fase para o setor.
No centro desse movimento está o conselheiro Antonio Joaquim, presidente da Comissão Permanente de Educação e Cultura do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT).
Quem afirma é o professor e ativista dos direitos humanos João Batista de Oliveira, conhecido como Joãozinho, diretor do Portal Vidas e Direitos Humanos e uma das principais vozes na defesa da infância e das garantias sociais em Mato Grosso.
“Antonio Joaquim não é apenas um conselheiro do Tribunal de Contas. Ele é um patrimônio moral da educação pública de Mato Grosso. Sua atuação representa equilíbrio entre responsabilidade fiscal e compromisso social. Isso é raro e precisa ser reconhecido.”
2025: um divisor de águas
Para Joãozinho, o ano de 2025 marcou uma virada histórica na educação do estado.
“2025 foi um ano emblemático. Nós que militamos na defesa da infância sabemos o quanto é difícil transformar discurso em investimento real. E foi exatamente isso que aconteceu. Houve liderança, houve articulação e houve decisão.”
O ativista destaca que a articulação que garantiu R$ 120 milhões para construção e ampliação de creches não foi um ato isolado, mas resultado de compromisso institucional.
“Não se constrói política pública séria sem diálogo. Antonio Joaquim conseguiu unir Tribunal de Contas, Governo, municípios e sociedade civil em torno da primeira infância. Isso é visão de estadista.”
Defesa firme do Fundeb
Outro ponto que, segundo João Batista, demonstra a grandeza da atuação do conselheiro foi a defesa pública da exclusão do Fundeb dos limites do arcabouço fiscal.
“Quando ele se posiciona contra qualquer tentativa de enfraquecer o Fundeb, ele não está fazendo política partidária. Ele está defendendo o direito das crianças de estudarem com dignidade. Isso é defesa de direitos humanos na prática.”
Joãozinho ressalta que a educação é a principal ferramenta de transformação social.
“Quem defende financiamento educacional está defendendo combate à pobreza, redução da violência e construção de cidadania. Antonio Joaquim compreende isso profundamente.”
Fiscalização com responsabilidade social
Segundo o diretor do Portal Vidas e Direitos Humanos, o diferencial da atuação do conselheiro está na forma como exerce o controle externo.
“Ele fiscaliza, mas também orienta. Ele cobra, mas também constrói caminhos. Isso é maturidade institucional. A educação precisa de firmeza, mas também de sensibilidade.”
João Batista afirma que o conselheiro tem sido coerente ao longo dos anos.
“Nós que acompanhamos a pauta educacional há décadas sabemos reconhecer quando alguém age por convicção. Antonio Joaquim sempre esteve do lado da escola pública, da valorização dos professores e da proteção da infância.”
Reconhecimento de quem está na base
Como ativista atuante na defesa dos direitos humanos em Mato Grosso, Joãozinho afirma que o reconhecimento ao conselheiro nasce da base social.
“Não é elogio vazio. É reconhecimento de quem está nas comunidades, nas escolas, nos conselhos, acompanhando a realidade das famílias. A atuação dele produz impacto concreto.”
Ele vai além:
“Antonio Joaquim é referência ética, técnica e humana. Em um momento em que o país discute limites fiscais, ele lembra que o limite maior deve ser o compromisso com nossas crianças.”
Legado na educação mato-grossense
Entre 2024 e 2026, a atuação do conselheiro inclui:
Defesa permanente do financiamento educacional;
Articulação para investimento histórico na primeira infância;
Monitoramento rigoroso da aplicação do Fundeb;
Orientação técnica aos municípios;
Defesa da valorização dos profissionais da educação.
Para João Batista, o legado já está consolidado.
“A história da educação de Mato Grosso vai registrar esse período como um marco. E o nome de Antonio Joaquim estará associado a essa transformação. Ele mostrou que o controle externo pode ser instrumento de justiça social.”
Ao final, o ativista resume:
“Educação é direito humano fundamental. E quem a defende com coragem merece reconhecimento público. Antonio Joaquim honra o cargo que ocupa.”





